Divulgar informações pessoais ou sensíveis de alguém na internet sem o consentimento da pessoa é considerado um doxxing
Doxxing é a prática de divulgar publicamente dados pessoais de alguém, sem a sua autorização. Essa ação tem o objetivo de intimidar, humilhar e causar danos à reputação da vítima que teve as informações expostas.
Os doxxers usam diversas técnicas para obter essas informações, como coleta de dados em redes sociais ou compra de informações em bancos de dados ilegais. Então, eles criam um dossiê completo sobre a vítima, expondo endereço, número de telefone e até informações financeiras.
A divulgação de informações públicas em casos de doxxing não é considerada crime. Entretanto, a obtenção e uso indevido de dados pessoais para fins ilícitos ou ameaças e difamação são considerados crimes pelo Código Penal brasileiro.
Conheça mais sobre o que é doxxing, alguns exemplos da prática e como se proteger.
Doxxing é a ação de expor publicamente, e sem consentimento, informações confidenciais ou sensíveis de uma pessoa. Esse ato, geralmente motivado por assédio ou vingança, pode ter consequências graves, como danos à reputação, ameaças à segurança e até mesmo crimes.
O termo “Doxxing” vem de “dropping dox” ou “dropping documents” que significa, em uma tradução livre, “espalhar documentos”. Os dados expostos podem incluir nome completo, endereço, número de telefone, local de trabalho, fotos pessoais e outros dados que podem ser usados para identificar e localizar a vítima.
Os doxxers usam diferentes técnicas para realizar a busca intencional de dados privados das vítimas. Essas informações podem estar protegidas por alguns níveis de segurança, enquanto outras apenas exigem uma pesquisa mais apurada.
O doxxing pode ocorrer de diversas formas e gerar consequências graves para as vítimas. Alguns exemplos comuns incluem:
O doxxing pode ser considerado crime no Brasil, dependendo das circunstâncias em que ocorre. A simples divulgação de informações públicas, como nome completo e endereço, geralmente não é crime.
No entanto, a coleta e divulgação de dados confidenciais, como número de telefone, documentos pessoais e informações bancárias, podem configurar em diversos delitos. Isso está previsto tanto no Código Penal quanto na Lei dos Crimes Cibernéticos (Lei 12.737).
O indivíduo que obter dados confidenciais por meio de invasão de sistemas ou contas pode ser punido com pena de um a cinco anos de detenção. A divulgação de informações privadas sem o consentimento da vítima ou causa justa e o uso dos dados para ameaças e difamação pode resultar em pena de três meses a três anos de detenção.
Sim, algumas práticas podem dificultar a coleta e divulgação de suas informações pessoais na internet. Por exemplo:
Se você for vítima de doxxing é recomendado documentar tudo sobre a exposição dos seus dados, salve capturas de telas e links relacionados ao caso. Em seguida, você faça um boletim de ocorrência online, procure um auxílio legal e, em casos mais graves, solicite medidas protetivas.
Outro passo importante é proteger todas as suas contas, mesmo aquelas que não foram expostas, alterando senhas e reforçando as configurações de privacidade. Também comunique as instituições financeiras, bancos e empresas de cartão de crédito sobre o ocorrido.
Doxxing é a divulgação não autorizada de informações pessoais ou sensíveis de alguém, como endereço, telefone ou dados bancários. Essa ação costuma ter o objetivo de causar danos ou constrangimento para indivíduos comuns e figuras públicas.
O ataque DDoS, por outro lado, é um crime cibernético que sobrecarrega um servidor ou rede com alto volume de tráfego falso. Isso impede o acesso de usuários legítimos, causando a interrupções de operações e prejuízos financeiros.
Doxxing é a ação de divulgar publicamente dados pessoais ou sensíveis de um indivíduo, visando causar danos, assédio ou constrangimento. Essas informações podem ser obtidas por meio de vazamentos de dados, ataques cibernéticos ou até mesmo investigações online.
Já o Phishing é um tipo de golpe que usa a engenharia social para manipular as vítimas e obter informações confidenciais. Os criminosos geralmente se passam por instituições confiáveis, como bancos ou empresas, enviando e-mails e mensagens com links falsos.
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